Qual o Valor Mínimo de Entrada Para Financiar um Imóvel?

O financiamento imobiliário permite que mais pessoas realizem o sonho de ter uma casa própria. Se você deseja fazer um financiamento provavelmente já se perguntou qual é o valor mínimo da entrada que precisa dar para ter a liberação do crédito. Para quem possui esse tipo de dúvida recomendamos que continue a leitura para esclarecer essa e outras questões.

Financiamento Imobiliário

O sonho de comprar um imóvel próprio pode ficar mais próximo da realidade através de um financiamento imobiliário. Sabendo como escolher o banco e o imóvel certos você encontra uma forma de fazer com que as parcelas do financiamento caibam no seu orçamento. Quem pretende fazer um financiamento deve ter em mente duas regras básicas desse tipo de operação.

A primeira delas é que o valor da entrada é de no mínimo 20% do valor do imóvel. A segunda regra importante é que o valor das parcelas do financiamento não pode comprometer mais de 30% da sua renda familiar. É importante fazer o adendo de que nesse caso a renda pode ser composta por outra pessoa que também vá residir no imóvel. Vale ressaltar que outras instituições bancárias como o Santander e o Itaú oferecem a possibilidade de financiar 90% do valor imóvel dando de entrada apenas 10%.

Exemplo: Entendendo na Prática

Para que fique mais claro imagine um imóvel de R$ 299 mil, a entrada nesse caso deverá ser de no mínimo R$ 59.800. O saldo de R$ 239.200 pode ser financiado em até 30 anos sendo a primeira parcela regressiva de R$ 2.274,85 e a última de R$ 693,85 para alguém com renda familiar de R$ R$ 7.582,85 (considerando as taxas de juros da Caixa). Fica a dica ainda de que quanto maior for a entrada menor poderá ser a renda. No caso da entrada ser de R$ 119.600,00 a renda poderia ficar na casa de R$ 5.700.

Qual a Renda Mínima Necessária Para Financiar Um Imóvel? 

A determinação da renda mínima necessária para fazer o financiamento depende do valor do imóvel que se deseja financiar, do valor disponível para dar de entrada e do valor que se tem disponível no FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

O primeiro passo consiste na comprovação de renda uma vez que é a partir dela que o banco define o valor da entrada, das parcelas, da taxa de juros e se existe a possibilidade de usar utilizar algum programa ou benefício social oferecido pelo governo.

Imovéis e Financiamento

Imovéis e Financiamento

A renda é composta pela soma dos rendimentos de todos os familiares que irão residir no imóvel em questão. É importante esclarecer que a renda é composta apenas pelos familiares que irão realmente morar no imóvel. Quanto maior for a renda familiar maior será o valor permitido para financiar.

Qual o Valor Necessário Para Financiar Um Imóvel? 

Devemos destacar que as informações para a realização de um financiamento imobiliário variam de acordo com as condições oferecidas por cada banco e por cada comprador. É preciso considerar os juros que são atribuídos ao pagamento também. Geralmente os bancos conferem se o interessado possui outro imóvel, qual a atividade que exerce, idade, valor de entrada possível entre outros.

Famílias com renda mensal de até R$ 9 mil podem contar com o auxílio do programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal. A renda é usada para estabelecer qual a linha de crédito que mais se alinha com o interessado. É possível definir se o interessado se enquadra para obter subsídios e qual a taxa de juros será aplicada a partir dessa verificação de renda.

A regra utilizada para chegar ao valor máximo que pode ser financiado para cada interessado é a dos 30%, isto é, o valor da parcela não pode ultrapassar o valor de 30% da renda familiar mensal. Se ultrapassar esse valor se torna inviável. Para deixar mais claro tomaremos como exemplo uma família que possui mensal de R$ 3 mil.

Nesse caso o valor liberado para financiamento fica na casa dos R$ 90 mil. Para as famílias cuja renda mensal é de até R$ 6 mil o financiamento pode chegar a cerca de R$ 175 mil. Já no caso das famílias com renda de até R$ 8 mil o financiamento liberado fica em torno de R$ 240 mil. Consideramos nesses exemplos o tempo máximo de financiamento.

Como Fazer o Financiamento Imobiliário?

Em linhas gerais estão aptos para fazer um financiamento imobiliário todos aqueles que puderem comprovar por meio de documentos e certidões que estão com sua situação fiscal em ordem. Para que o processo de obtenção do financiamento seja tranquilo é importante pesquisar e encontrar o banco que mais se alinha com as suas necessidades.

Mesmo que você seja cliente de conta corrente num banco diferente é interessante apostar no banco que tem as condições mais adequadas ao seu perfil. Pesquise e faça simulação de financiamento em mais de um banco para encontrar as melhores taxas de juros.

Quanto mais elevada for à taxa de juros maior será a parcela a ser paga e o valor total do seu financiamento. Opte pelo banco que tem as melhores condições de financiamento, isto é, aquele que tem as menores taxas de juros. O planejamento é o grande aliado de quem deseja fazer um financiamento assertivo para as suas condições.

Como já mencionamos é possível fazer simulações, quase todos os bancos tem simuladores em seus sites. Para poder fazer um financiamento é necessário ter pelo menos 18 e no máximo 70 anos de idade (somando com o tempo em anos do financiamento). Outro ponto importante é ter como comprovar a renda e não estar com o nome incluído em órgãos de proteção ao crédito como o SPC e Serasa.

Documentação Necessária 

A solicitação de financiamento imobiliário deve ser feita presencialmente numa agência do banco escolhido. Cada instituição tem sua própria lista de documentos necessários, confira quais são as exigências do banco que você escolheu.

Normalmente é solicitado que o interessado apresente documentos de identificação com foto como o RG, CPF, certidão de nascimento ou certidão de casamento, carteira de trabalho e comprovantes de renda. Quem está numa união estável ou é casado deve levar a documentação do parceiro também.

Finalização do Processo

O processo seguirá com a análise do crédito e avaliação do imóvel para que o banco identifique a compatibilidade com o valor a ser financiado. Estando tudo certo há a liberação do crédito para a compra e o início do pagamento das parcelas ao banco mediante a assinatura de contrato.

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Categoria(s) do artigo:
Imóveis

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