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Imóveis têm Alta de 14.6% em 2011

Os Imóveis

Até o mês de junho de 2011, os imóveis tiveram uma alta de preços que, combinadas, chega a 14,6% em relação aos seus preços do mesmo período do ano passado. A pesquisa que nos mostra esses dados foi realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) em parceria com a Zap Imóveis.

Imóveis têm Alta de 14.6% em 2011

Imóveis têm Alta de 14.6% em 2011

São Paulo foi a capital com a quarta maior alta nos índices de valores do metro quadrado para compra e venda, chegando a uma alta de 14%. Os quatro primeiros lugares são ocupados pelo Rio de Janeiro, com o maior aumento, chegando aos 19,5%; Belo Horizonte, que teve alta de 15,9%; e Recife, com aumento de 15,1%. Apesar de ter um aumento, Rio de Janeiro e São Paulo mantiveram suas taxas de aumento regulares com os meses anteriores, sem apresentarem um aumento significativo em suas taxas, diferentes de regiões como Fortaleza, por exemplo, que teve aumento de valores, passando de 2,3%, nos meses anteriores, para 2,4%.

Os Aumentos Mensais

Imobiliárias

Imobiliárias

No acúmulo dos aumentos mensais da área construída no Brasil, o total foi de um aumento de 14,6%, o que deixa o metro quadrado construído brasileiro em um valor de R$5.603,00. É claro que este aumento é uma média em sete das grandes cidades brasileiras, pesquisando sete regiões diferentes do país, o que nos dá uma mera ideia da média de preços, levando em consideração apenas os valores pesquisados e não necessariamente a realidade em outras cidades menores e não turísticas, e, portanto, menos valorizadas.

Áreas em bairros nobres no Rio de Janeiro, como Leblon e Ipanema, o metro quadrado mais caro de todo o país, tiveram um aumento ainda maior do que 14,6% em seus valores – o que equilibra as taxas, nos dando uma média aproximada da realidade dos aumentos no metro quadrado construído em todo o país.

Os Motivos

Rede

Rede

Esses aumentos se dão devido a diversos motivos, que vão, na verdade, desde a crise no valor do dólar americano, até o custo da produção dos materiais de construção, que também sofreu aumento nos últimos meses. A hora é de cautela na hora da compra, e de investir na hora da venda, obtendo maior lucro pelo metro quadrado construído, enquanto os preços não descem – o que não deve acontecer em breve, já que as taxas raramente recuam e que a tendência é a procura pelo lucro aumentar, elevando cada vez mais os preços.

Na hora de comprar, pesquise, e procure por preços justos, mesmo com esses aumentos – sempre há bons negócios para aqueles que sabem procurar e investir.

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Categoria(s) do artigo:
Imóveis

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